terça-feira, 19 de março de 2013

Vivemos da memória , que é a imaginação do que se foi, do que morreu. Da esperança que é a visão naquilo que não existe. E do sonho, que é a figura do que não vai existir. Do que não pode existir. Nesta trindade vazia. O mistério que a trouxe, é o mesmo que a leva por caminhos de esquecimento por não poder ser explicada. À luz dos dias que passam, continua regular o mundo visível. O alheio espreita-nos da sombra tocando os raros que o permitem.

4 comentários:

Agostinho Barros disse...

está mesmo lindoo o texto . Adoro

Anónimo disse...

Tão (mas tão) bom

- danielamelo disse...

espetacular daniela. adoro.

Rita M. disse...

E sabes, pelo simples facto de saberes que há muito mais além do regular, significa que também há em ti algo raro. Lança-te em caminhos diferentes, descobre o alheio. Reconforta a tua alma. És bem capaz. Maravilhosa escrita!

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